Com umidade de 94%, índice de calor disparou na Capital; Defesa Civil alerta para risco de temporais e recomenda cuidados durante a onda de calor
A manhã desta sexta-feira (13) começou com temperaturas elevadas em Florianópolis. Por volta das 8h, os termômetros marcaram 30,52°C, mas a sensação térmica foi ainda mais intensa: o índice de calor chegou a 44°C, segundo dados da Epagri/Ciram.

A combinação entre temperatura alta e umidade relativa do ar de 94% foi determinante para a sensação de abafamento registrada logo nas primeiras horas do dia. O fenômeno ocorre em meio a uma onda de calor que atinge Santa Catarina.
Temperaturas podem chegar a 38°C no Estado
De acordo com a Defesa Civil de Santa Catarina, as máximas podem alcançar 38°C em diversas regiões do Estado ao longo do dia. No entanto, há previsão de temporais entre a tarde e a noite em todas as regiões catarinenses.
A expectativa é que a chuva contribua para amenizar as temperaturas no sábado de Carnaval, com máximas próximas dos 30°C na maior parte do Estado.
O que é o índice de calor?
O índice de calor, também conhecido como heat index, é calculado a partir da combinação entre temperatura do ar e umidade relativa.
Esse indicador aponta qual é a temperatura efetivamente sentida pelo corpo humano — que pode ser maior ou menor do que a registrada nos termômetros.
Em dias quentes e úmidos, como o desta sexta-feira, a dificuldade do corpo em dissipar o calor aumenta, elevando a sensação térmica e os riscos à saúde.
Recomendações durante a onda de calor
A Defesa Civil orienta a população a adotar medidas de prevenção:
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Evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia;
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Manter-se hidratado ao longo do dia;
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Usar roupas claras e mais folgadas;
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Manter ambientes ventilados e com temperatura abaixo de 32°C, especialmente onde há idosos, enfermos ou pessoas vulneráveis;
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Não deixar crianças ou animais sozinhos dentro de veículos, em hipótese alguma;
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Priorizar alimentos leves e de fácil digestão, como frutas e saladas, além de ingerir líquidos não alcoólicos.
As autoridades reforçam que a atenção deve ser redobrada, principalmente com crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde, que são mais sensíveis às altas temperaturas.

