Rede Amazônica promove roda de conversa para prevenção ao câncer de próstata


Evento reuniu colaboradores em uma conversa descontraída com psicólogas sobre masculinidade tóxica. Evento faz parte da programação da emissora para o ‘Novembro Azul’. Rede Amazônica promove evento em alusão ao novembro azul
Rede Amazônica
A Rede Amazônica promoveu nesta quinta-feira (23) uma roda conversa para tratar sobre a prevenção ao câncer de próstata ao colaboradores do grupo. O evento faz parte da programação em alusão às campanhas do Novembro Azul.
A roda de conversa foi comandada pelas psicólogas Cássia Dias e Yasmin Leitão. Além disso, também foi abordado temas envolvendo a masculinidade tóxica e o receio em fazer o exame de toque, principal método de prevenção.
Durante a conversa, os colaboradores tiveram a oportunidade de tirar dúvidas, compartilhar informações e experiências que contribuem para o debate e desconstroem o tabu em volta deste tema.
Para a vice-presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da Rede Amazônica, Waléria Reis, o evento foi necessário para trazer a discussão dentro da emissora.
“Homem também chora, homem também pode ser sensível. É normal se sentir receoso na sociedade onde é comum esse questão da masculinidade tóxica. Tanto homem quanto mulheres são machistas. Porque se um homem não agir como as pessoas esperam ele é repreendido, é chacota então a gente abordou também esse tema que era pra deixar o clima um pouquinho mais leve e eles sentirem a vontade pra poder se expressar”.
Novembro Azul
O mês de novembro é voltado à campanha ‘Novembro Azul’, que é promovida com o intuito de alertar a população masculina sobre a prevenção do câncer de próstata.
O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum para os homens, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma. No Brasil, estimam-se 71.730 novos casos deste tipo de câncer por ano para o triênio 2023-2025, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
O exame de toque é a principal forma de detectar e combater esse tipo de câncer. A análise da próstata é feita pela dosagem do PSA no sangue juntamente com o exame de toque. Um exame não exclui o outro, visto que é possível ter PSA aumentado e não ter a doença ou tê-lo normal e ter a doença. O PSA também pode aumentar no caso de prostatite e HPB, e há situações em que ele não se altera mesmo com o câncer em curso.
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