Novo Ensino Médio: relator na Câmara aumenta aulas obrigatórias, mas abaixo do queria o MEC

Deputado federal Mendonça Filho (União-PE) afirma que relatório garante a oferta de ensino técnico e mantém principais eixos do Novo Ensino Médio. O deputado federal Mendonça Filho (União-PE) apresentou o relatório do projeto que propõe mudanças no Novo Ensino Médio, instituído em 2017. No texto, o relator aumenta horas de aula obrigatórias, mas abaixo da proposta de mudança apresentada pelo Ministério da Educação (MEC).
O governo federal enviou em outubro um projeto de lei para o Congresso para ajustar pontos do Novo Ensino Médio, aprovado durante gestão de Mendonça Filho no MEC, durante o governo de Michel Temer (MDB).
O envio das propostas de mudanças foi feito em meio às críticas e problemas da reforma que mudou a grade curricular e oferta de disciplinas optativas em todas as escolas do país.
O relatório de Mendonça alterou a distribuição da carga horária total, que é de 3.000 horas totais com carga horária diária de 5 horas, do Novo Ensino Médio que constava da proposta enviada pelo governo.
Como é hoje o Novo Ensino Médio:
1.800 horas de para disciplinas obrigatórias; e
1.200 horas para optativas (itinerários formativos escolhidos pelo aluno).
Como o governo queria:
2.400 horas de para disciplinas obrigatórias; e
600 horas para optativas (itinerários formativos escolhidos pelo aluno).
Como o relator propõe:
2.100 horas de para disciplinas obrigatórias; e
900 horas para optativas (itinerários formativos escolhidos pelo aluno).
Caso a proposta de Mendonça Filho Seja aprovada, a implementação das mudanças no Novo Ensino Médio devem ser realizadas a partir de 2025.
Mendonça Filho (União-PE) afirma que o relatório garante a oferta de ensino técnico e mantém principais eixos do Novo Ensino Médio.
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