Lei Orçamentária e reservatório da Casan: deputado revela assuntos em pauta para 2024 em SC

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Com o final do ano já batendo à porta, os deputados da Alesc (Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina) começam a tratar sobre propostas de leis e a Lei Orçamentária do Estado para 2024.

Para trazer algumas informações sobre essas proposições, o deputado estadual Ivan Naatz (PL), esteve no estúdio do programa SC no Ar, na sede do Grupo ND, em Florianópolis.

Na foto aparece o deputado Ivan Naatz sendo entrevistado e apresentando a Lei Orçamentária para 2024 e outros projetos para o Estado.

Deputado Ivan Naatz traz informações exclusivas do Orçamento para 2024, reservatório da Casan e mais – Foto: Divulgação/ND

Lei Orçamentária para 2024 prevê R$ 66 bilhões para o Estado

Um dos assuntos mais discutidos pelos parlamentares catarinenses é a Lei Orçamentária para o ano que vem. Na proposta, está previsto cerca de R$ 66 bilhões para Santa Catarina para 2024.

O deputado iniciou a conversa afirmando sobre a boa condição financeira na qual Santa Catarina está passando. Conforme o parlamentar, houve um incremento na economia do Estado na casa de 7% em relação ao ano passado.

“Tivemos um incremento na ordem de 7% em relação ao ano passado. Isso significa mais dinheiro no ‘caixa’ do Estado para poder fazer obras e melhorar a vida do catarinense”, aponta.

Ainda, Ivan Naatz aponta que o processo de encerramento das atividades parlamentares é algo natural. Os parlamentares buscam apresentar emendas importantes para anexar na proposta orçamentária para o ano que vem. O prazo para apresentação das propostas encerra nesta quinta-feira (30).

“Cada deputado regionalmente tem interesse de incrementar o orçamento afim de melhorar a região onde vive”, afirma Naatz.

Caso do rompimento de reservatório da Casan

Além disso, o deputado faz parte da Comissão que investiga o caso do rompimento do reservatório da Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) que ocorreu em Florianópolis. Ivan Naatz aponta que as investigações sobre o incidente acontecem com “várias frentes” incluindo Ministério Público, Polícia Científica e a própria Casan.

“A Assembleia Legislativa acompanha o assunto de maneira especial  […]. Mas a conclusão já se sabe, que foi a ausência de estrutura, de ferragem e concreto armado que foi o que permitiu que o reservatório rompesse”, afirma.

Rompimento reservatório da Casan causa estragos e prejuízos na região Continental de Florianópolis. - Leo Munhoz/ND

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Rompimento reservatório da Casan causa estragos e prejuízos na região Continental de Florianópolis. – Leo Munhoz/ND

Reservatório da Casan rompe na região Continental de Florianópolis. - Paulo Mueller/NDTV/Divulgação

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Reservatório da Casan rompe na região Continental de Florianópolis. – Paulo Mueller/NDTV/Divulgação

Reservatório de água da Casan se rompe e deixa estragos na região Continental de Florianópolis. - Ana Schoeller/Divulgação/ND

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Reservatório de água da Casan se rompe e deixa estragos na região Continental de Florianópolis. – Ana Schoeller/Divulgação/ND

Rompimento reservatório da Casan causa estragos e prejuízos na região Continental de Florianópolis. - Leo Munhoz/ND

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Rompimento reservatório da Casan causa estragos e prejuízos na região Continental de Florianópolis. – Leo Munhoz/ND

Desastre com reservatório da Casan destruiu centenas de casas - Leo Munhoz/ND

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Desastre com reservatório da Casan destruiu centenas de casas – Leo Munhoz/ND

O deputado também enalteceu a atitude por parte da Casan sobre a assistência prestada aos moradores da localidade afetada com o desastre.

Além disso, o parlamentar comentou sobre um projeto de lei de autoria própria que trata da internação involuntária para dependentes químicos em situação de rua no Estado.

Para ele, a sociedade precisa distinguir a pessoa em situação de rua que está na condição por opção própria, daqueles que lá estão por conta de vício em drogas ou alcoolismo.

Ele explica ainda o porquê de ter proposto a ideia da internação involuntária para esses casos específicos. “Nenhum morador de rua dependente químico vai aceitar tratamento. O processo consiste em resgatar a pessoa que está sob o vício e oferecer a ela o tratamento quando estiver sóbria”, pontua.

No entendimento do parlamentar, enquanto a pessoa estiver sobre os efeitos de drogas e do álcool, não é capaz de raciocinar da maneira certa a fim de aceitar o tratamento.

Acompanhe a entrevista exclusiva na íntegra

 

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