Governo seleciona propostas para construir 187,5 mil novas unidades do Minha Casa, Minha Vida

Novas unidades serão erguidas em 560 municípios. Governo firmou parceria com ABL para montar bibliotecas nos empreendimentos. O governo federal anunciou nesta quarta-feira (22) a primeira seleção de propostas para construção de unidades habitacionais conforme as regras da nova versão do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).
O governo decidiu construir 187,5 mil novas unidades habitacionais para famílias da Faixa 1, com renda de até dois salários-mínimos.
A escolha das propostas pelo Ministério das Cidades foi oficializada em uma cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O governo informou que as unidades estarão em mais de 1,2 mil empreendimentos, em 560 municípios.
Serão 184 mil unidades para famílias que estão em cadastros habitacionais. Outras 3 mil unidades ficarão com famílias que perderam único imóvel por emergência ou estado de calamidade pública, ou pela realização de obras públicas federais em cinco estados:
Acre
Amazonas
Pernambuco
Rio Grande do Sul
São Paulo
Minha Casa, Minha Vida: começam a valer as novas regras de financiamento do programa
Bibliotecas e salas de leitura
O governo informou que a seleção levou em conta novos critérios do programa, entre os quais, a proximidade da obra de centros urbanos e melhorias nos imóveis, como presença de varandas e salas para biblioteca.
O Ministério das Cidades e a Academia Brasileira de Letras (ABL) assinaram no evento um protocolo de intenções para abastecer com livros bibliotecas e salas de leituras nos empreendimentos do MCMV.
A ABL foi representada por seu presidente, o jornalista Merval Pereira, colunista da GloboNews e do jornal “O Globo”.
O protocolo assinado permitirá formar um acervo de livros por meio de doações recebidas pela ABL e de outros parceiros públicos e privados.
A instalação de bibliotecas e salas de leituras nos complexos do MCMV foi defendida desde o início do ano por Lula, que recriou o programa que havia sido substituído na gestão de Jair Bolsonaro (PL).
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